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Obviamente que em uma gravidez normal, o sexo está liberado, o sexo é uma coisa agradável e que a paciente deve fazer por toda a gravidez.

Porém, pedimos para evitar quando existe algum problema como:

Mas em uma gravidez normal, o sexo é liberado do primeiro ao último dia. Não é necessário mudar a vida sexual por conta disso.

Qualquer dúvida entre em contato.

O DIU de prata é um método anticoncepcional popular, utilizado por mulheres que desejam evitar uma gravidez indesejada ou fazer o planejamento familiar.

A imagem mostra a ilustração da aplicação do DIU de Prata.

Descubra como o DIU de prata funciona e se vale a pena usá-lo!

Como o DIU de Prata Funciona

O DIU de prata foi criado para aliviar o fluxo menstrual e as cólicas em comparação ao DIU de cobre, visto que o cobre aumenta o fluxo menstrual, causando cólicas.

Feito com uma combinação de cobre e prata, esse dispositivo intrauterino atua tornando o ambiente hostil aos espermatozóides, evitando assim a ocorrência da gravidez.

Qual a Duração do DIU de Prata

O DIU de prata é um método anticoncepcional de médio prazo, com duração de cinco anos.

O DIU de Prata Vale a Pena?

Uma dúvida comum entre as mulheres que estão em busca de um método contraceptivo, é em relação à eficácia do DIU de prata. Portanto, confira:

As Vantagens do DIU de Prata

O DIU de prata não tem efeito hormonal nas mulheres, sendo indicado para aquelas que não podem utilizar medicamentos como a pílula anticoncepcional, que emprega hormônios sintéticos para evitar a gravidez.

Esse método pode ser utilizado por mulheres que tiveram câncer de mama, já que tem menor fragmentação de cobre no organismo em comparação a outros tipos de DIU, além de ser mais estável.

É Possível Engravidar usando um DIU de Prata?

Embora seja um método contraceptivo seguro, o DIU de prata pode falhar. Por isso, caso a mulher engravide enquanto estiver usando o dispositivo, ele deve ser retirado imediatamente.

Se o dispositivo não for retirado, a mulher tem 50% de chances de sofrer um aborto. Essa probabilidade aumenta durante o terceiro trimestre de gestação, quando o risco de sofrer um aborto espontâneo aumenta em 10 vezes.

Caso uma mulher engravide utilizando um DIU de prata é recomendável também que o médico avalie a possibilidade da ocorrência de uma gravidez ectópica (quando o óvulo fertilizado é implantado fora do útero).

Por isso, é muito importante que as mulheres que utilizam o DIU de prata fiquem atentas a qualquer mudança em seus corpos que possam indicar uma gravidez e, caso isso ocorra, busquem ajuda médica imediatamente.

O DIU de Prata interfere na Fertilidade?

Outra dúvida comum que muitas mulheres têm é se o DIU de prata interfere na fertilidade. A resposta é não. O dispositivo não impede a gravidez após sua retirada.

Contudo, algumas mulheres podem ter dificuldade para engravidar por conta de eventos raros, como a perfuração uterina.

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A anestesia em parto normal é um tema bastante polêmico porque existe uma vertente que não fala em partos com anestesia, medicamentos e episiotomia, que é um corte feito entre o ânus e a vagina para facilitar a passagem do bebê. Porém, temos que respeitar as pacientes e agir de acordo com a vontade delas.

Quando a anestesia é indicada?

De qualquer forma, existe uma combinação de duas anestesias para parto normal que são chamadas de duplo bloqueio, nelas consistem a anestesia raquidiana que alivia a dor (mas não totalmente) e a peridural que mantém a durabilidade da anestesia.

Na peridural coloca-se um cateter que, sob bomba de infusão, vai lentamente mandando doses de anestésico para a paciente.

Essa combinação de anestesia é indicada quando a paciente entra em trabalho de parto e as contrações ficam bastante dolorosas a ponto de incomodarem.

Quais os cuidados que devem ser tomados?

É preciso tomar bastante cuidado porque se a analgesia for mal praticada com o uso de doses errado e a quantidade inadequada, a paciente pode ter uma parada das contrações uterinas que interferem na evolução do parto.

Portanto, é fundamental: baixas doses de analgesia e realizar o parto com um anestesista experiente em uma boa maternidade.

Se você tiver mais dúvidas sobre o assunto, deixe nos comentários ou entre em contato conosco através das nossas redes sociais!

Cistite é o processo inflamatório da bexiga causado por uma bactéria.

A imagem mostra uma mulher com a mão na pelve.

Essa inflamação pode levar a urgência ao urinar e uma sensação de ardência ou queimação a cada vez que isso acontece.

Embora a cistite seja relativamente corriqueira, é fundamental ser diagnosticada rapidamente pois, sem tratamento adequado, a bactéria causadora do problema pode atingir os rins e causar complicações.

Quais os sintomas

A cistite é caracterizada, vontade frequente de urinar (mesmo com pouco volume eliminado), ardência ou queimação ao urinar.

Em alguns casos, a pessoa pode sentir dor lombar, um indicativo de que a bactéria causadora da doença já chegou aos rins, provocando uma inflamação. Neste caso, o paciente deve procurar ajuda o mais rápido possível.

Algumas pessoas podem apresentar, ainda, sangue na urina, urina escura, turva ou com cheiro muito intenso, dor em baixo ventre ou hipogastrico.

Em crianças, o diagnóstico da cistite é mais difícil, pois os sintomas não são claros. Contudo, é preciso ficar alerta caso a criança faça xixi nas calças durante o dia, tenha febre acima de 38ºC, se sinta muito cansada ou esteja mais irritada.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da cistite é feito por um urologista ou ginecologista, que avalia os sintomas apresentados pelo paciente. Além disso, o profissional pode solicitar o exame de urina para verificar se há sinais de infecção.

Quais as causas da cistite

Em boa parte dos casos, a cistite é provocada por uma infecção bacteriana, causada por uma bactéria que naturalmente está presente no sistema urinário.

No entanto, a doença pode ser provocada pela proliferação de microrganismos. Isso pode acontecer, por exemplo, com o uso de alguns medicamentos, pela chegada da menopausa, por lesões provocadas durante a relação sexual, pelo uso de sonda vesical ou, ainda, uso frequente de sabonetes íntimos, já que esses dois fatores desequilibram o PH da região genital.

Como funciona o tratamento para cistite

Após o diagnóstico de cistite, é importante que o paciente inicie o tratamento imediatamente, para que a doença possa ser combatida e, assim, evitar complicações.

Em geral, os médicos receitam o uso de antibióticos, que combatem a bactéria causadora do problema.

Durante o tratamento, o paciente pode tomar, ainda, antiespasmódicos e analgésicos, que aliviam os sintomas (caso do Buscopan), e antissépticos, que eliminam a bactéria e reduzem os sintomas da doença.

Contudo, para que a cistite seja, de fato, combatida, é preciso que os remédios sejam tomados de acordo com a recomendação médica. Os antibióticos devem ser ministrados de acordo com a recomendação médica.

Além disso, é recomendável que o paciente beba, no mínimo, 2 litros de água por dia e consuma alimentos diuréticos, como melancia ou aipo.

Cistite e gravidez

As mudanças provocadas pela gravidez no organismo da mulher favorecem o aparecimento da cistite. Mas isso não significa que o problema deva ser menosprezado.

Apresentando os mesmos sintomas que em uma mulher que não esteja grávida, o tratamento para a cistite deve ser orientado por um ginecologista, que orientará os medicamentos que devem ser utilizados, para não prejudicar o desenvolvimento do bebê.

No entanto, a mulher deve aumentar a ingestão de água, para amenizar o problema ou mesmo evitar que novas infecções desse tipo aconteçam.

Complicações

Conforme falado, a cistite, quando não tratada corretamente, pode trazer complicações que comprometem a saúde da pessoa. Uma destas é a pielonefrite, quando as bactérias migram da bexiga para os rins.

Caso isso aconteça, o paciente sente febre, dor lombar intensa e vômitos. A pielonefrite é diagnosticada através de exames de urina, que detectam a presença de bactérias, e tratada com antibióticos.

Como se trata de uma enfermidade grave, o uso dos antibióticos é feito via intravenosa, para evitar que as bactérias cheguem à corrente sanguínea e causem a sepse, um quadro infeccioso grave e que, por se espalhar por todo o corpo, pode inclusive causar a morte.

Por isso, ao menor sinal de cistite, é fundamental que o paciente busque tratamento e use os medicamentos da forma correta.

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Recebemos uma questão no Instagram de uma paciente perguntando por que o óvulo dela não fixava na parede do útero.

​Na verdade, não é o óvulo, é o embrião que não se fixa e existem alguns motivos que levam a isso. Os principais são:

No caso da endometrite, muitas vezes precisa fazer uma biópsia de endométrio e estudo histoquímico para ver o que está causando isso.

Portanto, quando esse tipo de coisa estiver ocorrendo, procure o seu ginecologista e trate as causas, assim é possível que a gravidez aconteça.

O corrimento vaginal é uma secreção líquida produzida pelo colo do útero e expelida através da vagina, podendo ser dividido entre típico e atípico.

A imagem mostra a ilustração de absorventes em um fundo azul.

Conheça os tipos de corrimentos, para identificar quando o corrimento branco pastoso é preocupante, confira!

As diferenças entre Muco cervical e o Corrimento Vaginal

O corrimento vaginal e o muco cervical podem ser usados para definir secreções naturais, branca ou transparente, sem odor, que não indicam nenhuma patologia.

Porém, o termo corrimento é comumente utilizado para determinar quando há algo errado no organismo.

O que é o Muco Cervical

Secreção produzida por glândulas do colo uterino, costuma surgir 10 dias após fim da menstruação e pode variar entre um tom esbranquiçado ou transparente, constantemente comparada a uma clara de ovo.

O muco cervical é importante para analisar o próprio ciclo menstrual e o funcionamento do corpo, por estar diretamente relacionado a cada fase do ciclo, além de ter a função de proteger o útero de infecções bacterianas, virais ou fúngicas.

Cada tipo de textura possui uma função diferente, como:

O que é o Muco Cervical

Secreção produzida por glândulas do colo uterino, costuma surgir 10 dias após fim da menstruação e pode variar entre um tom esbranquiçado ou transparente, constantemente comparada a uma clara de ovo.

O muco cervical é importante para analisar o próprio ciclo menstrual e o funcionamento do corpo, por estar diretamente relacionado a cada fase do ciclo, além de ter a função de proteger o útero de infecções bacterianas, virais ou fúngicas.

Cada tipo de textura possui uma função diferente, como:

Corrimento Vaginal

O corrimento vaginal é uma combinação de fluidos e células que são eliminadas com a intenção de proteger a vagina. Essa secreção é considerada normal quando surge em pequena quantidade e não está acompanhada de outros sintomas.

Portanto, o corrimento vaginal pode ser dividido entre fisiológico ou patológico, o que significa que pode ser natural ou causado por doenças ou infecções. Isso é definido a partir de alguns fatores como:

Os tipos de Corrimento Vaginal

Para reconhecer se o corrimento é saudável ou não, é necessário estar atento, cada cor de corrimento pode significar algum tipo de infecção, quando acompanhado de qualquer outro incômodo, como coceira, ardência, mal cheiro e dor ao urinar.

O Corrimento Branco e Pastoso

Esse tipo de secreção mais comum de acontecer, portanto é necessário identificar as características que irão defini-lo como um corrimento fisiológico ou patológico.

Fatores que Causam Corrimento

Os fatores que causam corrimento atípico são:

Para prevenir o surgimento de infecções é necessário manter a região íntima fresca, utilizando peças íntimas de algodão, manter uma dieta equilibrada e jamais lavar internamente.

Tratamento para Corrimento Vaginal

O corrimento não deve ter odor, ou ser acompanhado de ardência ou dor ao urinar e coceira.

Portanto é necessário consultar-se em um médico ginecologista para poder realizar o devido tratamento e garantir a saúde vaginal.

Você conhecia os sinais de um corrimento comum e incomum? Comente e compartilhe.

Atenção: O site https://clinicarubensdoval.com.br/ é uma fonte para melhorar o acesso dos pacientes às informações. Não deve ser utilizado como um substituto do diagnóstico completo e preciso de uma consulta médica.

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