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HPV: mesmo sem sintomas, ele pode estar presente

Atualizado em 30/01/2026
Tempo de leitura: 2 min.

O HPV é uma infecção sexualmente transmissível muito comum e pode estar presente mesmo sem sintomas. Entenda como ocorre a infecção, os riscos e a prevenção.

Paciente sentada em consultório médico enquanto profissional de saúde faz anotações em prancheta durante atendimento clínico.

O que é o HPV e por que ele merece atenção?

O HPV (Papilomavírus Humano) é uma das infecções sexualmente transmissíveis mais frequentes no mundo. Estima-se que grande parte das pessoas sexualmente ativas terá contato com o vírus em algum momento da vida. O principal ponto de atenção é que o HPV pode permanecer no organismo por longos períodos sem causar sinais visíveis, o que facilita sua transmissão silenciosa.

Existem mais de 200 tipos de HPV, sendo que alguns estão associados apenas a lesões benignas, enquanto outros apresentam maior risco de provocar alterações celulares que, se não acompanhadas, podem evoluir para doenças mais graves.

HPV sem sintomas: isso é comum?

Sim. Na maioria dos casos, o HPV não causa sintomas imediatos. Muitas mulheres descobrem a infecção apenas por meio de exames de rotina. Quando presentes, os sinais podem incluir verrugas genitais ou alterações no colo do útero, mas isso não ocorre em todas as infecções.

Essa característica assintomática reforça a importância do acompanhamento ginecológico regular, mesmo na ausência de desconfortos.

Como o HPV é transmitido?

A transmissão do HPV ocorre principalmente por contato sexual, incluindo relações com ou sem penetração. O uso de preservativo reduz o risco, mas não elimina completamente a possibilidade de contágio, já que o vírus pode estar presente em áreas não cobertas.

Entre os principais fatores associados à infecção estão:

  • Início precoce da vida sexual;
  • Múltiplos parceiros;
  • Falta de acompanhamento ginecológico regular;
  • Ausência de vacinação contra o HPV.

Diagnóstico do HPV

O diagnóstico do HPV geralmente não é feito por exames de sangue. Ele acontece por meio da avaliação ginecológica e de exames específicos, como:

  • Papanicolau, que identifica alterações celulares
  • Testes de detecção do HPV, quando indicados

Esses exames permitem identificar alterações precoces, muitas vezes antes do surgimento de sintomas.

Prevenção e cuidados

A principal forma de prevenção do HPV é a vacinação, indicada para diferentes faixas etárias. Além disso, manter consultas regulares, realizar exames de rotina e adotar práticas sexuais seguras são medidas fundamentais para reduzir riscos e identificar precocemente possíveis alterações.

Em caso de dúvidas, sintomas ou alterações nos exames, é fundamental procurar o seu médico ginecologista para orientação adequada e acompanhamento individualizado.

Saiba mais: Como evitar o HPV? Entenda!

Perguntas frequentes

O HPV pode estar presente mesmo sem sintomas?

Sim. Na maioria dos casos, o HPV não causa sintomas visíveis e pode permanecer no organismo por longos períodos sem ser percebido, o que facilita sua transmissão.

Quantos tipos de HPV existem e todos são perigosos?

Existem mais de 200 tipos de HPV. Alguns causam apenas lesões benignas, enquanto outros estão associados a alterações celulares com maior risco de evolução para doenças mais graves.

Como ocorre a transmissão do HPV?

O HPV é transmitido principalmente por contato sexual, com ou sem penetração. O uso de preservativo reduz o risco, mas não elimina totalmente a possibilidade de contágio.

Como é feito o diagnóstico do HPV?

O diagnóstico é realizado por meio de avaliação ginecológica e exames como o Papanicolau e testes específicos para detecção do HPV, que ajudam a identificar alterações antes do surgimento de sintomas.

Quais são as principais formas de prevenção do HPV?

A vacinação é a principal forma de prevenção. Além disso, consultas ginecológicas regulares, exames de rotina e práticas sexuais seguras são fundamentais para reduzir riscos e identificar precocemente alterações.

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