A reserva ovariana é um dos principais indicadores da fertilidade feminina. Saiba o que ela representa, como é avaliada e quais fatores podem influenciá-la.

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A reserva ovariana é um termo utilizado para descrever a quantidade e a qualidade dos óvulos disponíveis nos ovários de uma mulher em determinado momento da vida. Diferentemente de outros tecidos do corpo, os ovários não produzem novos óvulos ao longo do tempo. A mulher já nasce com um número definido e, a cada ciclo menstrual, parte dessa reserva é consumida naturalmente.
Com o passar dos anos, especialmente após os 35 anos, ocorre uma redução progressiva da reserva ovariana, tanto em número quanto em qualidade dos óvulos. Esse processo faz parte do envelhecimento reprodutivo e varia de mulher para mulher.
A avaliação da reserva ovariana é importante principalmente para:
Vale destacar que uma reserva ovariana reduzida não significa, obrigatoriamente, infertilidade, mas pode indicar menor chance de gravidez espontânea ao longo do tempo.
A reserva ovariana pode ser avaliada por meio de exames simples, solicitados pelo médico ginecologista, geralmente associados à história clínica da paciente. Os principais métodos incluem:
Nesse exame, é feita a contagem dos folículos antrais, que são pequenas estruturas nos ovários relacionadas ao potencial de ovulação.
A combinação desses exames fornece uma visão mais precisa da reserva ovariana, evitando interpretações isoladas.
Alguns fatores podem impactar a reserva ovariana ao longo da vida, como:
Cada caso deve ser analisado de forma individualizada.
A avaliação da reserva ovariana pode ser indicada para mulheres que desejam engravidar, que apresentam alterações menstruais ou que querem planejar a fertilidade de forma mais consciente. Nesses casos, é importante conversar com o seu médico ginecologista para receber orientações adequadas.
É a quantidade e a qualidade de óvulos disponíveis nos ovários em determinado momento da vida.
Sim. Ela reduz progressivamente ao longo do tempo, especialmente após os 35 anos.
Não necessariamente, mas pode indicar menor chance de gravidez espontânea.
Por exames hormonais (como AMH, FSH e estradiol) e ultrassonografia transvaginal.
Mulheres que desejam engravidar, têm irregularidades menstruais ou querem planejar a fertilidade.
