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Vai fazer Histeroscopia Diagnóstica? Conheça o preparo para o exame

Atualizado em 20/07/2023
Tempo de leitura: 3 min.

A recomendação geral para se preparar para uma histeroscopia diagnóstica é evitar o contato íntimo por cerca de 72 horas antes do exame. Além disso, pode ser preciso administrar medicamentos para evitar possíveis desconfortos.

A histeroscopia diagnóstica é um exame minimamente invasivo cuja técnica é muito similar à endoscopia. O procedimento pode ser realizado em consultório, sem a necessidade de internação hospitalar.

Mas mesmo se tratando de um exame simples, são necessários alguns cuidados antes da sua realização. Neste artigo você vai entender como esse preparo funciona e também de que maneira o exame é realizado. Continue lendo.

Por que preciso fazer a histeroscopia diagnóstica?

A histeroscopia diagnóstica permite observar com detalhes o canal endocervical e também o interior do útero. O equipamento utilizado (histeroscópio) tem cerca de 2,7 mm de diâmetro, conta com um ponto de luz e também uma micro câmera, que transmite as imagens para um monitor, permitindo que o especialista visualize as estruturas que estão sendo examinadas.

Esse exame pode ser solicitado para investigação de suspeitas e sintomas como:

  • miomas uterinos;
  • aderências uterinas (sinéquia);
  • pólipos;
  • câncer no endométrio;
  • malformação uterina;
  • sangramento uterino anormal;
  • infertilidade;
  • hiperplasia do colo do útero;
  • hiperplasia do endométrio;
  • sangramento após a menopausa;
  • abortos de repetição;
  • adenomiose;
  • endometriose.

Como existem vários motivos para solicitação da histeroscopia diagnóstica, ao receber a recomendação do procedimento, é interessante conversar com o ginecologista para entender melhor o que está acontecendo e as suas possíveis suspeitas.

Como se preparar para a histeroscopia diagnóstica?

Explicamos que não é necessário que a paciente fique internada para realizar a histeroscopia diagnóstica. O preparo para o exame também é bastante simples e se inicia alguns dias antes da data agendada para o procedimento.

É recomendado que a mulher evite o contato sexual por cerca de 72 horas antes da histeroscopia. Além disso, o exame pode provocar alguns desconfortos ou cólicas por causa da introdução do equipamento. Sendo assim, o especialista poderá recomendar a utilização de medicamentos analgésicos ou anti-inflamatórios, a fim de trazer mais tranquilidade para a mulher durante o procedimento.

Em alguns casos, pode ser aplicado um anestésico no local. Se houver essa recomendação, a aplicação será feita no local do exame no dia agendado. Dependendo daquilo que se pretende investigar, haverá recomendação para que o exame seja realizado em um determinado momento do ciclo menstrual. Contudo, geralmente é preferível que seja feito entre o 8º e o 15º dia após o início da menstruação.

Como o exame é realizado?

Para realizar a histeroscopia diagnóstica a mulher precisa permanecer em posição ginecológica. Será introduzido o espéculo no canal vaginal para possibilitar a visualização do colo do útero. A cavidade uterina poderá ser dilatada com o uso de soro fisiológico ou CO2 para facilitar a visualização.

Em seguida, o histeroscópio é introduzido, possibilitando a visualização dos tecidos e de possíveis lesões. Em alguns casos, a histeroscopia diagnóstica envolve também a coleta de material para análise biópsia, o que é feito na mesma ocasião.

O que acontece depois do exame?

Não é necessário adotar cuidados especiais após a realização da histeroscopia diagnóstica. Logo após a finalização do exame, a mulher é liberada e já pode retornar para suas atividades normais.

Algumas mulheres podem sentir desconfortos ou cólicas nos dias seguintes ao exame, mas essas manifestações podem ser controladas facilmente com a administração de medicamentos analgésicos. Em alguns casos também pode acontecer um ligeiro sangramento por cerca de 3 a 5 dias após o exame. Porém, o procedimento costuma ser bem tolerado.

Vale ressaltar que a histeroscopia diagnóstica é um procedimento pouco invasivo, seguro e que apresenta um baixo risco de complicações. Por isso, ao receber a recomendação de realização dele, é muito importante que seja feito, já que auxilia no diagnóstico de diferentes doenças ginecológicas, sendo um grande aliado no tratamento de diversas condições. Mas se ainda restarem dúvidas, converse com o ginecologista.

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